Blog
Funcionalidades· 6 min de leitura

IA na oficina: o que ela faz mesmo pelo seu dia

Sem futurologia: o que a inteligência artificial do torqueGest faz hoje, em cada momento do dia de uma oficina — da fatura do fornecedor ao orçamento, do diagnóstico à pergunta feita ao balcão.

Fala-se de inteligência artificial como se fosse uma coisa que se compra e que, a partir daí, a empresa passa a ser outra. Não é. Numa oficina, a IA vale pelo que tira das costas de quem lá trabalha — e o que está nas costas de quem lá trabalha não é reparar carros. É escrever, procurar, copiar de um papel para um ecrã e responder pela vigésima vez à mesma pergunta.

É aí que a IA do torqueGest atua. Nada do que se segue é promessa: é o que se abre e usa hoje, incluído nos planos Pro e Enterprise, sem créditos para comprar.

08h30 — a fatura do fornecedor

Chega a fatura das peças. Em vez de a lançar linha a linha, fotografa-se — ou carrega-se o PDF. A IA lê o fornecedor, as linhas, as quantidades e os totais, e apresenta tudo preenchido para conferir.

Quem lança compras sabe o que isto poupa: não é só o tempo de escrever. É o erro de digitação que passa despercebido e que, três meses depois, faz a margem daquela reparação não bater certo.

09h10 — o carro que chega ao balcão

O cliente encosta e pergunta se ainda tem garantia daquela embraiagem. Com as mãos ocupadas e o cliente à frente, escrever a matrícula é o que não se faz. Carrega-se no botão da câmara — está no cabeçalho de todas as páginas — e fotografa-se a chapa.

A plataforma mostra primeiro o que leu e de quem é o carro. Uma matrícula mal lida levaria à ficha errada sem ninguém dar por isso, e ver o nome do dono é a confirmação que evita esse engano. Confirmado, escolhe-se para onde ir: abrir a folha de obra — que já vem com o cliente e o carro preenchidos —, a ficha do cliente, ou o histórico do veículo.

10h00 — o diagnóstico

O cliente descreveu o problema à sua maneira: «faz um barulho quando travo a frio». A partir dessa queixa, a IA sugere o que verificar e as tarefas prováveis, com o tipo de trabalho de cada uma.

Além da queixa, pesa o histórico daquele carro. Sai uma lista de causas prováveis, do que verificar e das tarefas — e as tarefas que interessarem entram na folha de obra com um clique. Quem decide é o mecânico, sempre. O que a IA faz é poupar-lhe o arranque, a folha em branco, e garantir que nada óbvio fica por verificar num dia em que há carros a mais e tempo a menos.

11h20 — o orçamento

Do diagnóstico e das tarefas sai um rascunho de orçamento: as linhas de mão de obra e as peças, escolhidas do seu inventário e aos seus preços — não a preços de tabela inventados.

Revê-se, corrige-se o que for preciso e envia-se. O cliente aprova no telemóvel e o trabalho começa no mesmo dia, em vez de esperar dois dias por um telefonema que ninguém atende.

14h00 — a pergunta que aparece a meio de outra coisa

Está-se a lançar uma compra e dá-se por si a pensar: afinal quanto é que gastámos neste fornecedor este ano? Ou pior, o mais incómodo de todos: quem é que nos deve dinheiro há mais tempo?

O assistente responde por palavras suas — e responde com os seus números, lidos dos seus registos. Não estima, não arredonda para parecer bem, e quando o dado não existe diz que não existe. Um número inventado numa conversa sobre dinheiro é pior do que nenhum, porque parece uma resposta.

E o assistente não serve só para números. Sabe explicar como se faz o que precisa dentro da plataforma — onde se lança isto, porque é que o stock não desceu, como é que o cliente aprova o orçamento — e sabe agir: «marca revisão do Golf do Sr. Silva quinta às 9h30» ou «cancela as férias do João em agosto». Mostra sempre o que vai fazer, com os avisos que interessam, e espera pela sua confirmação. Nada é gravado antes disso.

18h00 — e no dia seguinte, o que fazer primeiro

Ao abrir a plataforma de manhã, o que aparece primeiro não é um gráfico bonito: é o que está parado, o que espera aprovação e o que já devia ter saído. Essa lista é contada pela plataforma e está sempre lá; num clique, a IA pega nela e diz por onde começar, com o atalho para o sítio certo.

É uma diferença pequena que muda o dia todo. A maior parte do dinheiro que uma oficina perde não se perde num erro grande; perde-se num orçamento que ficou três dias à espera e num carro pronto que ninguém se lembrou de entregar.

O que a IA não faz

Não decide por si. Não escreve na base de dados sem que alguém confirme. Não inventa números para preencher uma resposta. E não vê os dados de outra oficina — cada oficina só fala com os seus registos.

Esta lista é tão importante como a outra. Uma ferramenta em que não se confia usa-se uma semana e desliga-se; o valor da IA está em ser usada todos os dias, até já não se saber trabalhar de outra maneira.

Quanto custa

Está incluída nos planos Pro e Enterprise, sem pacotes de créditos para comprar à parte: são 2000 utilizações por mês no Pro — cerca de 66 por dia útil — e sem limite no Enterprise. O número é alto de propósito: um limite que se dá por ele muda o comportamento, e quem sabe que tem contador volta a lançar faturas à mão «para não gastar», que é exatamente o contrário do que queremos.

Os 14 dias grátis trazem tudo ligado, sem cartão. A melhor maneira de perceber se isto serve à sua oficina é fotografar uma fatura e ver o que acontece.

Veja isto a funcionar na sua oficina

14 dias grátis, sem cartão de crédito. A primeira folha de obra cria-se em minutos.

Criar conta grátis